quarta-feira, 10 de novembro de 2010

A primeira grande birra (e ela venceu!)


Pois é. Eu não sabia quando este dia iria chegar. Na verdade eu nem sabia que ele ia chegar. Mas ele chegou. A Manu entrou na fase de fazer birras. Grandes birras!

Não sei bem ao certo se começou do nada, ou se ela veio me dando pistas aos poucos ... mas o fato é que para mim e para o meu marido parece que ela começou do nada. E começou hoje.

Desde sempre a Manu sempre foi muito comportada e obediente. Por mais que tenha uma personalidade forte, quando falávamos com ela, ela obedecia. Nos olhava nos olhos e compreendia o que pedíamos a ela. Vez ou outra fazia uma malcriaçãozinha, nada tão grave, eu a colocava de castigo ... castigos que não duravam mais que cinco segundos, porque ela logo logo obedecia.

Mas hoje foi diferente de tudo que já aconteceu. E nos pegou de surpresa. Nos pegou sem ação (até porque não sabíamos até que ponto aquilo iria).

Tudo começou no final da tarde, quando eu a chamei para ir na casa da vovó, como sempre fazemos (nos últimos dias tenho ido menos, para ela aproveitar um pouquinho a nossa casa também). Meus pais moram em frente a mim, então é só atravessar a rua. Lá estão sempre os primos também e, assim, é uma oportunidade das crianças estarem sempre juntas, brincando, interagindo, tendo um conceito concreto de família.

Ela às vezes chia dizendo que não quer ir. Eu insisto porque, mal colocamos o pé dentro da casa dos meus pais, ela esquece que não queria ir e se diverte muito.

Hoje, contrariando a tudo, e inventando uma moda diferente, ela pegou o pai pela mão e foi caminhando com ele dizendo que não era para eu ir. Levei na brincadeira, como sempre. Imaginei que isso iria parar por aí.
Quando cheguei perto do portão, ela me expulsou de perto dizendo que eu não iria não. Ainda acreditando que aquilo pararia, fiquei no portão esperando eles atravessarem a rua para eu ir atrás. Ainda do outro lado da rua, ela me viu saindo de casa e começou a chorar alto dizendo mamãe não vem não! Continuei não levando aquilo a sério achando que quando entrasse na casa dos avós tudo isso seria esquecido, como sempre é.

Esperei eles entrarem, e entrei logo atrás. Quando entrei na sala ela já estava conversando com a avó e a priminha já estava do lado.Quando ela me viu entrar pela porta começou com um choro estrondoso, incontrolável dizendo para eu ir embora, para eu não ficar ali. Achei muito estranho e não fiquei perto dela para ela se acalmar, enquanto o pai a pegava no colo para tentar acalmá-la. Ela não parava de chorar e de repetir gritando que não me queria ali. Comecei a ficar preocupada e sem saber o que fazer porque isto nunca tinha acontecido antes. Ela sempre vai para a casa dos avós comigo, e não com o pai. Lá nós sempre brincamos muito juntas, a ponto dela não querer vir embora às vezes ...

O choro continuou incontrolável e eu pedi para que o pai a levasse para o quarto para eu conversar com ela. Não conseguia falar com ela porque ela não parava de gritar e de chorar dizendo para eu ir embora. Eu fiquei irritada não com ela, mas com meu marido pois ela a segurando não me dava a liberdade de conversar com ela como eu queria (ela sabe que ele é coração aberto e então continuaria fazendo manha porque ele permitiria). Irritada com a situação e com ele, saí de perto mais uma vez, mas ele foi atrás de mim com ela, tentando acalmá-la, tentando que ela viesse no meu colo, etc. Ela não parava de chorar e de gritar e isso durou uns 30 minutos. Até que consegui a acalmar a distraindo com a máquina de costura dizendo que a vovó iria consertar o vestido dela ali. 

Quando ela se acalmou ele foi embora e eu fiquei com minha filha lá, como sempre fico. Ela comeu biscoitos, eu tomei meu cafezinho da tarde, até que ela começou novamente a chorar e dizer para eu ir embora da casa da vovó. E começou a chorar alto e a gritar isto, sem parar.

Então eu tentei resolver do meu jeito. Pedi para ela parar de chorar para nós conversarmos (porque ela chorando não consegue me ouvir). Como ela não parou de chorar, eu a coloquei de castigo para que ela parasse de chorar e, depois, conversarmos. Mas nessa hora o pai voltou. Viu que ela estava chorando pelo mesmo motivo e o que fez? O que fez???? Fez a vontade dela. Perguntou se ela queria ir embora, se era para eu ir embora e, com um simples sim dela, pegou-a no colo e a trouxe para casa. (em casa ainda fiquei enfezada algum tempo, não quis ficar perto dela para ela perceber que eu estava muito chateada com o que ela fez, depois sentei com ela e conversei e disse que tinha ficado muito triste, que toda vez que ela fizesse malcriação eu brigaria com ela, a colocaria de castigo e ficaria triste, que era para ela não fazer de novo. Ela só me olhava, tentada disfarçar me chamando pra brincar e, no final, concordava comigo).

Claro que fiquei novamente furiosa com ele porque não quero ficar fazendo as vontades dela. Não quero levar na cara quando ela for adolescente e achar que manda em mim! Tenho que começar a educá-la agora!!! Ele não concorda. Disse que ela é muito pequena para entender isso, que tínhamos que ter ouvido o que ela pedia, etc.

Continuo não concordando. Não posso dar corda à birra se não eu tô frita! Ela sempre me ouviu e me obedeceu quando eu a coloquei de castigo. Tudo bem que nunca foi algo tão incontrolável, mas eu tenho certeza que conseguiria mais uma vez. Iria demorar um pouco mais, eu teria que ser mais insistente, mas eu conseguiria. Agora, fazendo a vontade dela, como vai ser o amanhã. Ela vai lembrar: bem, eu chorei bastante, gritei por horas e consegui o que queria. Então vou fazer de novo! (E eu que me dane!!!!)






E não deu outra. O "amanhã" chegou mais cedo do que esperávamos!!! Foi poucas horas depois. Ela fez outra birra das feias. Mas agora foi com o pai.
Eu havia ido tomar banho e não vi como tudo começou. Mas o pai queria dar banho nela no tanque (porque aqui no Rio está muito calor) e ela queria tomar banho de mangueira (mas a água estava um gelo). O pai disse que não, ela disse que queria, e começou a choradeira. Mas agora ela não chora não, ela grita, esperneia, se debate, a ponto de ficar sem ar, sem voz ... parece que estão matando ela! Do banheiro eu ouvi e saí quase que pelada correndo para ver se ela havia caído, porque nunca tinha ouvido ela chorar daquele jeito!!!

Foi então que a coisa ficou feia. Ela chorava e fazia tanta malcriação, que ele a levou para dar banho no chuveiro. E ela continuava chorando, mas ele manteve a calma, dando banho nela mesmo neste chororô todo. Quando acabou, eu tentei escovar os dentes dela, e, nossa, parecia a 3ª guerra mundial. Nunca vi minha filha fazer tanta birra! Me aborreci com ela, falei grosso, mas nada adiantava (e antes isto bastava!). O pai se aborreceu e falou mais grosso ainda com ela. Aí ela se assustou e travou o choro, como se estivesse chorando por dentro. Acho que ela se assustou porque não esperava que o pai lhe desse uma bronca, ele sempre a mimou.

Mas ver o rostinho dela segurando o choro porque havia levado uma bronca dele me doeu o coração. De mim ela está acostumada, sou sempre eu que sou a durona, que ponho de castigo. Dele não. Dele, ela não esperava (e nem eu). Doeu meu coração. Mas não podia desautorizá-lo. Ele é pai e também é autoridade na educação dela. Toda vez que ela ameaçava chorar, ele brigava feio. Ela segurava o choro.

Então, vi aí que era a oportunidade de conversar com ela, já que ela não estava chorando. Olhei-a nos olhos (acho isso demais: peço para ela me olhar e ela me olha nos olhos, para prestar atenção) e disse que estávamos muito chateados e tristes com o que ela tinha feito (explicando o que ela tinha feito). Disse que a amávamos mas que toda vez que ela agisse daquela forma nós daríamos bronca e a colocaríamos de castigo. Que fazíamos isso porque não a queremos uma criança malcriada e insuportável. Queremos a educar. Ela choramingava baixinho e me abraçava. Repeti várias vezes que a amávamos. Mas também repeti que não podíamos aceitar malcriações. A abracei muito, pedi muitos abraços. Perguntei a ela se ela queria chorar e se quisesse podia chorar baixinho, não gritando, fazendo birra. Ela disse que não. Apenas me abraçou, veio para o meu colo e fomos para a cama dormir (ela foi dormir, porque eu vim aqui desabafar - estava precisando).

Já na cama, mamando, ela parecia ter esquecido tudo. Segurava na minha mão. Mas eu sinto que ela não esqueceu. Aquele papo de mãe de que dói mais em mim do que em você, não rolou. Eu estava muito sentida por tudo que aconteceu. O pai também. Mas ela ainda lembrava também. Sei disso porque ela estava diferente. Acabou de mamar, virou-se para mim e ficou brincando de abraçar meu pescoço e dar beijos. Não quis brincar com o pai como sempre faz. Virou-se novamente para o outro lado e dormiu.




Agora dorme. Parece um anjinho. Não parece que aconteceu nada disso. Mas eu me sinto moída!!!




Porque ninguém me falou que a maternidade seria tão maravilhosa?
Porque ninguém me falou que a maternidade seria tão difícil?????

É. Percebemos hoje, mais uma vez, uma transformação na nossa filha. Notamos que ela está iniciando uma nova fase. Quero ter sabedoria e serenidade (muita serenidade) para saber lidar com isso. Me sinto um pouco privilegiada em conseguir notar essas mudanças na minha filha e de ter um marido que também nota e se preocupa. Acho que é porque sempre procuramos muita informação a respeito. Sei que tem pais que não notam, não se preocupam e vão levando a vida. Talvez não sofram tanto. Talvez também não sejam tão felizes com os filhos.

Penso como as coisas são tão diferentes quando temos filhos, não é?! Antes de sermos mães, quando vemos uma criança fazendo birra na rua, no mercado, ou até mesmo em casa, entre os parentes, pensamos: porque esse pai e essa mãe não resolvem isso?! (como se isso fosse muito fácil! antes de sermos mães achamos que é!!!). Depois pensamos: se fosse meu filho já tinha levado umas palmadas! (como se isso resolvesse! Antes de sermos mães achamos que resolve!!!). E fica por isso mesmo. Se a criança faz birra aqui agora e vimos que os pais gritam, ou nada fazem. Acabou. O problema é deles. Nós somos apenas expectadores daquilo. Se ele vai fazer de novo daqui há uma hora ou depois de dez dias, o problema não é nosso. Se ele vai fazer de novo em lugar público ou dentro de casa. O problema não é meu!!! É o que pensamos e vamos levando a vida. Tão simples, tão prática. Depois que somos mães conhecemos a verdade das coisas. Vemos que não é tão simples, tão prático e que é angustiante querer educar um filho sem mágoas para ambos os lados. Sem dores, sem culpa. Depois da maternidade percebemos que víamos o mundo todo errado, todo torto. Ficamos loucas!!!!

Quero aproveitar cada fase da minha filha, cada mudança. Sei que muitas são difíceis demais, mas quero vivenciá-las e sair de cada uma delas com um ar de vitória, de dever cumprido, de etapa vencida. Foi assim quando ela entrou na escola. Foi assim quando ela começou a descobrir o mundo e ver que o mundo não se resumia à mãe (eu sofri muito com isso - eu queria ela só para mim). E será assim em várias e várias etapas.

Falei para o meu marido que serei sempre durona com ela porque quero educá-la, mas sempre amando-a muito e sendo carinhosa. Que só vou parar de ser durona com ela quando ela fizer 18 anos (e sei que não vou parar aos 18!!!). Não quero criar um monstrinho que mande em mim ou que me agrida aos 12 anos de idade, ou até antes.

Quero ter serenidade para entender que essa nova fase não é difícil só para mim, ou para o pai, mas para ela também. Não sei de que forma isto está acontecendo, mas com certeza ela está passando por transformações que estão afetando ela. Se ela continuar com birras, vai continuar levando bronca, vai continuar levando bronca do pai, fato que ela não está acostumada. Se fizer birra na escola, vai levar bronca da professora ... e assim vai. Não sei se essa nova fase se resume a birras e broncas. Ainda não descobri. Não quero que minha filha sofra, mas é inevitável. É o aprendizado dela. É o seu crescimento. 

Quero compreender e estar ao lado dela quando, por uma atitude, ela estiver me dizendo: mamãe, me ajuda! Estou crescendo e não sei ao certo o que está acontecendo, o que devo fazer ...
Queria poder dizer: Filha. Eu também não sei o que está acontecendo, nem o que eu devo fazer. Nós estamos aprendendo juntas essa nossa vida. Eu como mãe. Você como filha. Mas sei que não posso dizer isso e deixá-la insegura. Eu não compreenderia se minha mãe me dissesse isso quando eu era criança e, com medo de um pesadelo, me metia na cama no meio dos meus pais. Eles eram meus heróis, eles me protegiam ... eu não compreenderia se eles dissessem que os monstros não existiam, ou que tudo era uma bobagem. Eu só queria que eles me deixassem dormir ali até o sol aparecer. E eles sempre deixaram. Eu me sentia protegida, como se eles tivesse todo o poder do mundo. Acho que minha filha espera isso de mim. Não posso frustrá-la. Não agora.

Como é difícil crescer como mãe! 

(muito mais difícil do que crescer como filha 
- e olha que eu cresci como filha até os meus 32 anos, 
idade em que me tornei mãe.
 Fico pensando como deve ser difícil se tornar mãe jovem, 
adolescente, ter que encarar tudo isso tão cedo. Ter que amadurecer na marra!).


Olha a mais nova malcriadinha do pedaço aí:

(mas vou resolver esse problema, ah, se vou!!! - aceito conselhos tá?!)













Ah, os dois anos!!! Bem que eu li que não seriam fáceis. Mas não imaginei que seria tanto!!!
 (e ainda faltam 6 meses!!!!)

Bjs.

Estou aberta a conselhos, opiniões, críticas ... tudo que vier será bem vindo, porque estou meio perdida no que fazer, se o que fiz está certo. Quem já passou por isso, por favor, me dê um help!!!

7 comentários:

Di disse...

Ai amiga, ainda não passei por isso, mas vou te contar uma historinha que me acmpanha a anos sobre mim mesma: na primeira vez que meus pais me levaram a um psicologo eles os fizeram por achar que eu tinha algum problema de comunicação. Uma das perguntas que a psicologa me fez, na frente dos meus pais, era quem mandava na minha casa, a mamãe ou o papai. Eu, muito sabida, respondi prontamente: "Eu!" Se não me engano eu tinha uns 5 anos...
Ah, e eu não tinha problema de comunicação nenhum, o terapeuta teveque explicar pros meus paisque eram eles o problema, que não me ouviam.

Então, a minha dica é: birras acontecem sim, e de fato, voce não pode perder para as birras da sua filha. Mas, se ela sinaliza a muito tempo que não quer ir para a casa da avó e hoje fez essa birra toda, brigando com voce, nessa hora, talvez voce devesse prestar mais atenção no por que ela não quer ir e se voce deve mesmo obriga-la a fazer algo que ela claramente não quer e diz isso a tanto tempo. Ao invez de assumir que ela esquece o por que não quer ir quando esta la e se diverte, procure descobrir o verdadeiro motivo dessa recusa. Não a leve e brinque com ela, na sua casa, de estar na casa da vovo, e faça os brinquedos serem os primos, etc E descubra o que ela tanto desgosta de ir e voce, por uma crença sua de que esse convivio é bom pra ela, não esta se deixando perceber.

Tenho certeza que se voce descobrir a razão e ajuda-la a lidar com isso, essa birra ira passar, voces irão aproveitar mais, e sera uma grande lição para outros momentos que, sim, virão.

Eu eu so disse tudo isso por que voce pediu conselho... Nâo acho que voce agiu errado, acho que o que importa é descobrir a razão desse comportamento. E agora o melhor jeito de ela conseguir te contar é brincando com ela.

Ana Paula disse...

Oi.... já que vc pediu opinião, rs!!!!
Vc está certíssima, não pode ceder à uma birra nem 1 vez sequer! Eles aprendem rápido demais. Não ceda e mostre à ela que comportamentos desta maneira, negativos não serão aceitos. Vc deve ignorar e/ou agir imediatamente nos comportamentos inadequados e negativos e recompensar imediatamente, elogiando, dando atenção e carinho nos comportamentos positivos. É assim que ela aprende. Há casos em que a crianã age desta menria para conseguir atenção, mesmo que seja uma atenção na forma de broncas e castigos, e se vc ignorar, nao dar atenção em algumas birrinhas boboas, ela vai entender o recado. Não deixe de agir imediatamente no caso de birras mais sérias e mais estruturadas, como foi o caso da primeira birra sobre vc nao ir junto à casa doa sua mãe.
Outra coisa: é muito importante que vc e seu marido concordem e ajam da mesma maneira, senão ela vai aprender e cada vez mais vai querer o legal por perto (pai) e a chata longe(VC). O papel da disciplina é de vcs 2. Se necessário compre um livro sobre educação infantil e dê para ele ler. Tem um ótimo que se chama:
Limites Sem Trauma – Tania Zagury

Qualquer dúvida sinta-se à vontade para perguntar....
Bjo e boa sorte. Quando ela perceber que quem manda são vcs ela vai ser super obediente, assim como a minha é hoje. Mas ela já me testou de todas as maneiras possíveis, ainda me testa de vez em quando, o importante é não ceder nunca quando o assunto é educação e disciplina.

Maira disse...

Oláaaa acabei de conhecer seu blog e gostei muito, já até virei seguidora, rsrsrs.
Olha como mãe de 2 meninas o que posso ti dizer é: vc. está certíssima em todo o seu raciocínio, sua filha está apenas testando vcs., testando até onde ela pode chegar, isso faz parte do processo de crescimento e como vc. mesma mencionou é o terrible two que já está chegando.
Mas seja firme com ela, mostre que quem manda é vc. e seu marido e não ela.....mas é fundamental e importantíssimo que vc. e seu marido estejam em sintonia e nunca um desautorize o outro, foi até bom ter tido o "problema dela com o pai" assim ele percebe que não da pra fazer os gostos e aceitar manha de criança, pq. eles sabem muito bem o que estão fazendo.
E com amor, paciência e mais uma grande dose de paciência, rsrsr., tudo da certo, é muito mais fácil ceder as chantagens das crianças do que educar, ensinar o correto, pq. isso esgota e é por isso que tem tantas crianças por aí sem limites, achando que podem tudo....força amiga vcs. estão no caminho certinho, muitas birras ainda podem acontecer, mas vcs. estarão aí pra mostrar a ela o que é certo.....a receita é muito amor.
Bjs. e até breve
P.S. Sua filha é lindaaaaaa

Nina Nishioka disse...

Oi amiga. Li o post e vim aqui parabenizar vocês. Acho que vocês agiram muito certo e fizeram o melhor. A gente demora sim a perceber essas coisas porque pra nós eles sempre são indefesos, dependentes e não entendem nada. Aí quando começam a fazer birras e brigamos com eles, entendemos o quanto eles já são capazes de entender. O Leonardo tem 1 ano e 3 meses e já começou a ficar de castigo. E tem aprendido muito. Hoje não mexe nas coisas em q não pode, depois que brigamos com ele. Entende quando eu e o pai não estamos gostando do que está fazendo ou qdo estamos bravos. Mas nunca foi fácil. Quantas vezes deixamos ele de castigo com lágrimas nos olhos, coração doendo, quase sem respirar. Sei que com vcs tbm tem sido assim pq sempre acompanho vocês, desde o começo. Vocês estão se saindo bem e acho mesmo que a válvula de escape dela é o pai e ele tomou posição dessa vez, acho que agora ela pensará melhor. Beijos em vcs e sorte pra nós com nossos geniosos! hahhaa

Aline e Júlia disse...

Miga agora entendeiu porque os 02 anos são chamados de terriveism, nhesta fase elas testam liite o tempo inteiro, querem fazer só o que temn vontade, teimam e fazem mal criação. Paciencia é a chave, mas quero parabenibiza-la por ser forte e manter sua opinião! só acho importante vc cobrar do seu mnarido a mesma postura que vc teve quando ele brigou com a manu, vc não interferiu! é importante para a criança saber que quando fez coisa errado evara bronca sim! e que ninguém vai acoberta-la por isso cria brechas!
vc esta certa é de pequena que ensinamos as coisas, ela é pequena sim mas percebe claramente quem consegue manipular e como fazer isso! as birras quando vecidas pelo choro ganham força e ficam piores, por isso como ela viu que não funciona tentará sim outra vezes, mas aos poucos percebera que esta tatica não funciona!
é dose, sei bem nesta fase me sentia impotente parece que nada funcionava até que minha filha melhorou e hj esta super fácil de lidar! se sentir triste ou questionar os metodos que usamoscomo mãe é normal tb viu! filho da muito trabalho e nesta fase da manu um pouco mais!

as birras acontecerão em frente as outras pessoas, na escola, no mercado, na rua, mas lembre-se de ser firme sem fazer escanda-lo e sempre convesar com ela sobre aquilo! se precisra cantinho para pensar, e perda de alguns brinquedos nesta fase funcionam porque cada vez que ela pedir aquilo que gosta e vc lembrar porque ela perdeu...funciona melhor neles para ´perceberem a perda! mas vcs são pais preocipados e tenho certeza que esta fase passara, o importante e lembrar de sempre ensinar e não ficar com vergonha dos esacanadalos quem ja teve filho pequeno sabe bem como é!

Bjus

Patricia Lins disse...

Ai, ai... dizem que mãe é tudo igual, só muda de endereço. E os filhos, são o quê? Como os dedos das mãos: iguais, mas, diferentes. Birras sempre existiram, existirão e haja cabelos a serem arrancados de nossas cabeças de mães.

Amei o blog.

Bjs.

Aline Souza disse...

Nossa, relamente é difícil ser mãe, rsrs...

Todas passam por isso, e o meu momento também vai chegar, rs...

Acho que você teve a atitude correta, mais também vale levar em consideração o primeiro comentário (sobre a causa disso tudo).

Lembra do desenho "Fantástico mundo de Bob"? Pois é, a gente não sabe o que passa na cabecinha das crianças...rs...

Amei o seu blog!

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http://fasesdavidasouza.blogspot.com/

 

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